Projeto Agosto Cultural chega a sua última semana

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Centenas de crianças, jovens e adultos já participaram das atividades culturais.

O projeto Agosto Cultural, idealizado pela Prefeitura de Angra, por meio da Fundação Cultural (Cultuar), chega a sua última semana. Durante todo o mês de agosto foram realizadas diversas atividades nos espaços culturais da cidade, escolas e praças públicas, reunindo dezenas de crianças, jovens e adultos.

Nesta terça, 30, a feira multicultural vai movimentar a praça General Osório (Praça do Carmo) com exposições de artesanato, artes plásticas, teatro, música, dança e outras manifestações culturais. O evento começa às 10 horas da manhã, segue até às 16h e é de graça.

Ainda hoje, a Sociedade Angrense de Proteção Ecológica (Sapê) promove o show “Praias Limpas – Mentes Abertas”, com apresentação dos artistas Rafaela Maia; Bruno Peres e Moacir Saraiva; Moby; Maurício e Cabelo, com o duo “Matulão do Lua”; os músicos Rico e Ney Ramos, da banda Kulha; e, encerrando as apresentações, tem a cantora Bárbara Castilho. O show tem inicio às 19h, na praça General Osório, com entrada gratuita.

Na quarta-feira, 31, o projeto chega ao quilombo do Bracuí com uma roda de conversa, com o tema “Desenvolvimento territorial local: turismo de base comunitária e identidade cultural”, reunindo agentes públicos, lideranças e organizações locais, além de moradores. Também serão abordados temas debatidos no Iº Encontro de Turismo de Base Comunitária da Costa Verde, realizado em 2015.
Também fazem parte das atividades do último dia do projeto Agosto Cultural as comemorações pelo 6º aniversário do Cefet – Centro Federal de Educação Tecnológica, que funciona no Parque Mambucaba.

RODAS DE CONVERSA SÃO DESTAQUE DO PROJETO

Um dos destaques da programação do Agosto Cultural foram as rodas de conversa, que vêm reunindo um grande número de adolescentes e jovens discutindo a realidade da juventude, as dificuldades enfrentadas na educação e no mercado de trabalho, a falta de oportunidades, intolerância religiosa, racismo, homofobia e a violência que atinge um grande número de jovens na cidade, principalmente negros.

O papel da capoeira na sociedade e o trabalho desenvolvido pelos grupos de capoeira na cidade foram tema de umas das rodas de conversa que reuniu dezenas de alunos da escola Tereza Pinheiro de Almeida.

Integrantes do grupo Senzala, com apoio da coordenação do projeto Educação para Jovens e Adultos (EJA), da Secretaria Municipal de Educação, visitaram a escola onde conversaram sobre a importância da capoeira como instrumento de inclusão, que levou sua prática a ser considerada patrimônio imaterial da humanidade.

Redação

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