Sindicatos preparam ato pela retomada de Angra 3


Warning: getimagesize(/var/www/angranews/wp-content/uploads/2017/11/Energia-não-é-mercadoria.jpg): failed to open stream: No such file or directory in /var/www/angranews/wp-content/themes/gutenmag/includes/custom.php on line 330
Energia não é mercadoria
Compartilhe!

No dia 4 de dezembro, a partir das 9h, a Associação dos Empregados da Eletronuclear (ASEN) e o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia Elétrica nos Municípios de Parati e Angra dos Reis (STIEPAR) organizarão um seminário cujo tema é “Energia não é mercadoria – Energia nuclear é desenvolvimento”.

O evento será realizado no Cine Teatro de Praia Brava (Rodovia Procurador Haroldo Fernandes Duarte, BR 101/RJ, km 521, Praia Brava) e está aberto não apenas aos trabalhadores do setor, mas às autoridades de Angra dos Reis, Rio Claro, Paraty e à população.

– Na ocasião, discutiremos a importância do controle público das águas e da energia e o fortalecimento da energia nuclear como fonte alternativa, segura, limpa, eficiente e rentável, além de buscarmos solução para a retomada das obras de Angra 3, fundamentais para o equilíbrio econômico-financeiro da Eletronuclear e para a geração de renda para nossa região – explica o tesoureiro do STIEPAR, José Octavio.

Para a atual diretoria do STIEPAR, a possibilidade de paralisação das obras de Angra 3, por tempo indeterminado, oferece grande risco aos trabalhadores, já que a Eletronuclear é indutora de desenvolvimento, gerando mais de cinco mil empregos diretos e indiretos.

Da mesma forma, a ameaça de privatizações no setor também coloca a categoria numa situação ainda mais perigosa e, por conta disso, a união dos trabalhadores pela retomada de Angra 3 é primordial – e fundamental para a região.

Às 15h, após o seminário, será efetuado também um ato em defesa das usinas e do projeto nuclear. O evento será realizado na Rodoviária de Itaorna, e a participação de todos é necessária para que a população da região de Angra, Paraty e Rio Claro não sofra ainda mais com os efeitos da recessão e dos cortes de vagas advindos da difícil situação vivida pela Eletronuclear.