Parada de barcos foi restringida na Ilha de Cataguás


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Ilha de Cataguás
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Decisão da Capitania dos Portos, que afeta saveiros e escunas, visa garantir a segurança de banhistas na Ilha de Cataguás.

No último dia 17 de abril, a Delegacia da Capitania dos Portos em Angra dos Reis emitiu um ofício no qual determinava a retirada da ilha de Cataguás do roteiro de visitação turística de Angra dos Reis. O motivo alegado pelo órgão é que há risco iminente para banhistas, uma vez que o processo de embarque e desembarque, por escunas e saveiros, se dá com motores ligados.

Nesta terça-feira, 28, a atual e o futuro presidente da Fundação de Turismo, Maria Silvia Rubio e Klauber Valente, acompanhada pelo Vice-Presidente do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), Cipriano Feitosa, e os Conselheiros Anderson Zumpano e Daniela Millan, participaram de uma reunião com o Delegado da Capitania dos Portos em Angra dos Reis, o Capitão de Corveta, Manoel Antônio da Cruz. Em pauta, a busca por uma solução para o problema da segurança em Cataguás e a liberação do embarque e desembarque de escunas no local.

A proposta da Capitania dos Portos é que seja criada, nas proximidades de Cataguás, um local onde até três saveiros possam ficar apoitados. Uma bóia com um cabo fará a limitação da área de embarque e desembarque garantindo a segurança dos banhistas e no futuro, este e outros locais receberão áreas de Nado Livre, em uma nova concepção, priorizando a parceria entre o setor público e a iniciativa privada.

Reunião Capitania dos Portos sobre o acesso à Cataguás– Ficou acertado entre e Delegacia, a TurisAngra e o representante do COMTUR, que as empresas de turismo que fazem Cataguás como roteiro, vão providenciar as bóias, onde serão amarradas as embarcações, cada escuna ficará com uma boia na proa e na popa, permitindo a segurança dos banhistas naquela localidade. A TurisAngra vai reativar, por meio de parcerias, o nado livre e a Marinha fará a instalação de uma bóia especial que delimitará a área a área para as escunas desembarcarem – detalhou o Comandante Cruz.

Para Klauber Valente, futuro Presidente da TurisAngra, a reunião foi bastante produtiva, em especial porque um novo modelo de parceria para a implementação do Nado Livre foi apontado pelo Capitão dos Portos, onde a iniciativa privada poderá financiar parte das estruturas.

– Nesta reunião foi firmado um princípio de acordo entre a Marinha, Prefeitura de Angra e empresários do setor do turismo; para que sejam implementadas medidas para que a ilha volte a receber embarcações, o mais breve possível, com mais segurança e controle – detalhou Klauber Valente,

Cipriano Feitosa, Vice-Presidente do Conselho Municipal de Turismo, também considerou positiva a reunião e acredita que em breve, após tomadas as devidas providências, o embarque e desembarque de escunas voltará a ser liberado em Cataguás.

– Terei uma reunião, com donos de agências e passarei todas as condições desta reunião que tivemos com a Capitania e tenho certeza que Cataguás será liberada em um futuro próximo – finalizou Cipriano.

Silvia Rubio, a atual presidente da TurisAngra, aproveitou a oportunidade para iniciar, junto ao Capitão dos Portos, duas conversas, que terão desdobramentos em breve. A primeira, é em relação à possibilidade de uma segunda área de fundeio para transatlânticos na Ilha Grande e a segunda, sobre a urgência de sinalizar a área do naufrágio do navio pinguino, um importante ponto de mergulho, que sofre com o fundeio irregular de embarcações, que danificam o casco da embarcação, que afundou em 1968.