Defesa Civil realiza seminário sobre Emergência Nuclear


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Seminário sobre Emergência Nuclear reuniu representante dos governos municipal, estadual e federal

Como agir num caso de emergência nuclear? Quem é responsável por abrigar ou retirar os moradores do entorno das usinas nucleares? Qual órgão é o responsável pela distribuição de medicamento do contaminado ou da transferência do mesmo? Essas foram algumas das perguntas respondidas por representantes de cinco órgãos diferentes durante o II Seminário de Resposta a uma Situação de Emergência Nuclear, que aconteceu durante toda a quarta-feira, 20, no auditório da Defesa Civil municipal.

Estiveram presentes estudantes, servidores da Saúde e das Defesas Civis de Paraty, Mangaratiba e da anfitriã, Angra dos Reis. Durante o evento, palestraram os representantes do Eletronuclear, Ministério da Saúde, Sipron (Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro), Bombeiros e CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear).

– O objetivo do seminário é o de equiparar as informações sobre plano de emergência com todos envolvidos na resposta a um possível acidente. Defesa Civil e Saúde precisam estar na mesma sintonia para trabalharem em parceria numa possível emergência desse tipo. Ainda existem moradores de Angra e servidores ligados diretamente à resposta que não conhecem o assunto e isso prejudica o trabalho de toda a rede de atendimento. Por isso, vamos debater exaustivamente esse assunto, tanto internamente, quanto externamente, promovendo mais encontros como esse – frisou o secretário de Defesa Civil, Marco Oliveira.

As palestras do seminário sobre Emergência Nuclear:

O coordenador geral do Sipron, Capitão de Mar e Guerra Jair dos Santos Oliveira falou sobre a estrutura do órgão e qual seu papel em um suposto acidente nuclear.

– Eventos como esse são fundamentais para se debater o tema Energia Nuclear. Envolver os órgãos que compõe o Plano de Emergência é fundamental para integrar as forças – frisou o Comandante Santos.

Já Carla Ribeiro, do Programa de Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada aos Riscos Decorrentes de Desastres Naturais (VIGIDESASTRES ), do Ministério da Saúde, que tem uma cadeira nos grupos de discussão sobre energia nuclear, falou sobre o papel da Saúde no Plano de Emergência.

À tarde, o representante da Eletronuclear falou sobre a estrutura do órgão e sobre como funciona o Plano de Emergência Local. Já o representante do Corpo de Bombeiros e Coordenador Adjunto do Centro de Coordenação e Controle de Emergência Nuclear CCCEN, Major Marcos Vinicius, falou sobre o Plano de Emergência Externo. Os dois planos têm o mesmo objetivo, entretanto o primeiro atinge somente o perímetro da Usina até a região da Piraquara. O segundo abrange as localidades a partir de 3 km de distância do complexo nuclear.

Encerrando o evento, o representante da CNEN, Marcos Eduardo Costa Nunes, chefe do serviço de avaliação de segurança da coordenação geral de reatores da empresa, falou sobre a estrutura da CNEN para resposta a uma emergência nuclear.