Angra recupera Nado Livre em três locais

Expectativa da prefeitura é de quem em dois meses 80% de todo o projeto seja resgatado.

A recuperação do projeto Nado Livre, no Centro, Praia Grande e no Bonfim, áreas continentais de Angra dos Reis, foi finalizada nesta semana. A Prefeitura de Angra garante que continua trabalhando para oferecer segurança aos banhistas e, em 15 dias, deve ser concluída mais uma etapa do projeto, desta vez na Lagoa Azul e Lagoa Verde, na Ilha Grande, e nas Ilhas Botinas. Em seguida, o Nado Livre será estendido para a Ilha de Cataguás e praia de Jurubaíba, na Ilha da Gipoia.

A Prefeitura de Angra garante que continua trabalhando para oferecer segurança aos banhistas e, em 15 dias, deve ser concluída mais uma etapa do projeto, desta vez na Lagoa Azul e Lagoa Verde, na Ilha Grande, e nas Ilhas Botinas. Em seguida, o Nado Livre será estendido para a Ilha de Cataguás e praia de Jurubaíba, na Ilha da Gipoia.

O projeto Nado Livre utiliza uma barreira de boias para proteger os banhistas de pequenas embarcações que, em algumas ocasiões, navegam próximos a faixa de areia.

Todo o serviço está sendo feito com recursos próprios e a exceção fica por conta de 168 boias doadas por um empresário.

A intenção da TurisAngra, executora do projeto, é que em até dois meses 80% de todo o projeto seja recuperado. Futuramente, o Nado Livre deve ser levado, com o apoio dos comerciantes e empresários locais, para as praias da Vila do Abraão, na Ilha Grande, Biscaia e Frade.

Recomendação de medidas de segurança

No dia 30 de Março, um acidente envolvendo uma lancha, matou duas pessoas e feriu outras duas em um dos pontos mais visitados da baía da Ilha Grande, a Lagoa Azul.
O Ministério Público Federal recomendou, em dezembro de 2017, à prefeitura de Angra dos Reis, Capitania dos Portos e IBAMA, que adotassem ações conjuntas para garantir segurança e acesso às praias da região.
Entre as ações recomendadas no documento do MPF está a necessidade da realização de operações fiscalizatórias conjuntas em relação às embarcações marítimas, inclusive quanto às condições de operação e segurança, e que também seja fiscalizado o cadastramento obrigatório de embarcações que prestam serviços de transporte turístico e turismo náutico, conforme norma prevista no decreto municipal 10.048/2016, que ordena o setor.
Entre as ações recomendadas no documento do MPF está a necessidade da realização de operações fiscalizatórias conjuntas em relação às embarcações marítimas, inclusive quanto às condições de operação e segurança, e que também seja fiscalizado o cadastramento obrigatório de embarcações que prestam serviços de transporte turístico e turismo náutico, conforme norma prevista no decreto municipal 10.048/2016, que ordena o setor.

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